segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O REI DA PAZ

O REI DA PAZ
(Miquéias 5: 2 - 5 a)

- O profeta Miquéias disse, em suas palavras, que o próximo rei da linhagem de Davi seria o Messias, que estabeleceria um reino que nunca teria fim. Os LÍDERES de Jerusalém estavam OBCECADOS POR SUAS RIQUEZAS E POSIÇÕES, mas Miquéias profetizou que a poderosa Jerusalém, com toda a sua abastança e poder, seria sitiada e destruída.
- Seu rei atual (Pecaías) não poderia salva-la, mas A PEQUENINA CIDADE DE BELÉM SERIA O BERÇO DO ÚNICO REI QUE SALVARIA O SEU POVO. Esse rei eterno, conforme a profecia, nasceria como um bebê em Belém, e governaria como Rei eterno.
- “ E Tu, Belém-Efrata” (V.2). Efrata era o DISTRITO onde a cidade de Belém estava localizada. A BELÉM PRÓXIMA A JERUSALÉM, ONDE NASCEU DAVI, E ONDE HAVERIA DE NASCER O MESSIAS, JESUS CRISTO. Vemos essa profecia de Miquéias se cumprir sete séculos depois, conforme MATEUS 2:5-6 E LUCAS 2:4-7.
- A profecia de Miquéias é bem explicita em indicar, com muita precisão, o lugar desse acontecimento, dando referências de Belém e Efrata. Tanto a DIVINDADE como a HUMANIDADE de Cristo são claramente APRESENTADAS no verso 2: “Como homem, nasceu na estrebaria em Belém; como Deus, existia “desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.”
- Apesar de ser eterno, Cristo entrou na história da humanidade como HOMEM, COMO JESUS DE NAZARÉ.
- A profecia de Miquéias não menciona apenas o local de nascimento do Messias, o novo Rei, COMO RELATA SOBRE UM REINADO DE PAZ SOBRE A TERRA. Israel e Judá somente possuíam segurança conforme a força de seu rei. Porém, não conseguiam assegurar uma paz duradoura para o povo escolhido de Deus.
- Miquéias anunciou em sua profecia, um rei que viria com tamanha grandeza e força, que seu poder alcançaria os confins da terra. DEBAIXO DO GOVERNO DESSE REI (JESUS), o povo habitaria em completa segurança e paz. O INIMIGO seria IMPOTENTE contra ele e seria DESTRUÍDO.
- Nos evangelhos do NOVO TESTAMENTO, vemos a CONFIRMAÇÃO DE JESUS COMO ESSE GRANDE REI. ELE É O DEUS DA NOSSA PAZ! Conforme ele mesmo disse em João 14:27: “ Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou! Não vo-la dou como a dá o mundo! Na se turbe o vosso coração, e nem se atemoriza!”
- Em Cristo, o Messias, o verdadeiro Rei, temos a verdadeira paz! PODEMOS EXPERIMENTAR A VERDADEIRA PAZ COM DEUS, SEM NENHUM MEDO DE JUÍZO, CONFLITO OU CULPA. Mesmo que as guerras continuem, a PAZ DE CRISTO concede-nos segurança.
- Cristo possibilitou a paz entre nós e Deus, quando derramou seu sangue na cruz. POR SER JESUS A NOSSA PAZ, CRISTO TRAZ PAZ AO CORAÇÃO, NO NOVO NASCIMENTO; E NA SUA VOLTA, ELE TRARÁ PAZ AO MUNDO! Na volta de Cristo, todas as guerras e todas as armas serão eliminadas. Reinará a paz do Senhor! Ou seja, ESSA PAZ COMEÇA EM NÓS QUANDO O ACEITAMOS, E SE COMPLETARÁ QUANDO ELE VIER PARA ESTABELECER O SEU REINO ETERNO!

domingo, 29 de novembro de 2009

UMA MISSÃO EM DIREÇÃO AO SOL
(Josué 10:12-14)
Josué 1:1-9

- Quando Deus quer realizar algo, (testar a nossa fé) Ele nos faz passar pelo deserto! (Spurgeon)

- Deus estava preparando o seu povo para entrar na terra prometida. A sua PEREGRINAÇÃO pelo deserto era o TRATAMENTO necessário para trabalhar aqueles corações, ENSINANDO a nova geração a serem OBEDIENTES E TEMENTES ao Senhor, para que pudessem ENTRAR E DESFRUTAR da nova terra.

- À medida que as crianças cresciam, eram constantemente lembradas que a FÉ e a OBEDIÊNCIA à Deus trariam a vitória. Ao contrário, a DESCRENÇA e a DESOBEDIÊNCIA causariam tragédia .

- Deus escolhera a Josué para FINALIZAR A OBRA que Ele INICIOU através de Moisés. O que tinha Josué de especial?
1 - Ele fora temente a Deus;
2 - Era ajudante pessoal de Moisés;
3 - Demonstrou (juntamente com Calebe) plena confiança em Deus, reconhecendo que o Senhor os ajudaria a conquistar a nova terra.

- Josué passou por todo o PROCESSO DE TRATAMENTO que Deus realizou sobre o seu povo. Josué estava bem PREPARADO para ser USADO por Deus.

- ESTE ERA O DESAFIO! Josué e todo o povo deveriam chegar á terra prometida! Quantos desafios passados, e quantos desafios ainda viriam!

- Mesmo para Josué, parecia ser uma tarefa difícil! Mas quando Deus CHAMOU a Josué, não permitiu qualquer desculpa da sua parte! Antes de chamar a Josué para liderar, Deus o chamou primeiramente para servir (Servo, servidor – v.1). JOSUÉ ERA PRIMEIRAMENTE UM SERVO:

- “Dispõe-te AGORA, tu e todo este povo!” (v. 2). Era uma ORDEM! Josué, como um bom servo, OBEDECEU. (AS VEZES QUEREMOS DAR DESCULPAS PARA DEUS, PARA NÃO SERVI-LO)

- Deus também transmite essa palavra (PROMESSA) ao seu povo hoje (v. 2; 3 e 5).
- Para se alcançar ÊXITO NAS PROMESSAS do Senhor, Deus estabelece ALGUMAS ATITUDES que, assim como Josué, nós também devemos ter:

1) SER FORTE E CORAJOSO (seja firme e destemido) – 3 vezes.
A) Para fazer o povo herdar ( RECEBER) a terra;
B) Para cumprir a Lei
(não se DESVIANDO dela; sendo REGIDO por ela);
C) Para viver a Lei ( FALAR, MEDITAR E OBEDECER).

- PARA QUÊ??? Para ser PRÓSPERO O CAMINHO e SER BEM SUCEDIDO; não somente para ele (Josué), mas também para todo o povo de Deus!

- Para que sejamos BEM SUCEDIDOS nos propósitos que Deus tem para nossas vidas, é preciso OUVIR a voz de Deus, e CUMPRI-LA em nosso viver.

- Ouvindo ao Senhor e sendo a Ele obediente, como o fez Josué, seremos sempre uma benção aos olhos de Deus!
* CONCLUSÃO:

- Deus quer levar esta congregação a alcançar um propósito especial!

- Talvez, seja necessário que ela passe pelo deserto!

- Para alcançar esse propósito, Deus está chamando você!

- Estejam atentos a voz e a ordem que vem do Senhor!

- Sejam fortes, destemidos, corajosos, ousados!

- Sejam obedientes, sejam servos! Cumpram o QUERER do Senhor!

- Agindo dessa maneira, vocês hão de alcançar VITÓRIAS E BÊNÇÃOS diante do Senhor!!!
AS CONTENDAS NA FAMILIA
(Gênesis 13)


- Conflitos familiares existem. E não são coisas apenas da MODERNIDADE. Nos TEMPOS BÍBLICOS, podemos perceber diversos conflitos familiares. Entre eles, podemos tomar como exemplo o conflito existente na família de Abraão.

- Diante da dificuldade de oferecer pastagens a todo o rebanho, os empregados de Abraão e Ló entraram em uma CONTENTA (disputa, discórdia, divergência) acerca da alimentação para o gado, motivados talvez, pela inveja e pela ambição, que beneficiava apenas os próprios interesses.

- Surgira ali, um CONFLITO ENTRE AS FAMÍLIAS. Abraão, ao enfrentar um conflito em potencial com seu sobrinho, tomou a iniciativa em resolver (de forma pacífica) a divergência que havia.

- Ele deu a Ló a oportunidade de escolher primeiro, embora Abraão sendo mais velho tivesse o direito a escolha. Mas Abraão abriu mão do direito, para agir com SABEDORIA E PRUDÊNCIA, para resolver com BRANDURA o conflito familiar.

- Seu exemplo nos mostra como devemos agir para enfrentar situações familiares difíceis:


1) Tome você mesmo a INICIATIVA de resolver os conflitos;

2) Permita, em alguns momentos, que as pessoas tenham a chance de fazer A PRIMEIRA ESCOLHA, mesmo que isso signifique abrir mão de algo muito desejável; apenas alerte das possíveis conseqüências.

3) Coloque a PAZ familiar acima das vontades particulares.


- Agindo de forma contrária, perceberemos que rivalidades, discussões e brigas podem ser DESTRUTIVAS de três maneiras:

1) DANIFICAM a BOA VONTADE, a CONFIANÇA e a PAZ na família;
2) IMPEDEM o progresso de importantes objetivos em comum dentro do lar;
3) TORNAM os membros da família egoístas, ao invés de amáveis.
- Assim como o conflito revelou o BOM CARÁTER de Abraão, serviu também para que o caráter de Ló fosse revelado através de suas escolhas.

- Ele escolheu a melhor parte da terra, embora isso significasse viver próximo a Sodoma, umas cidade conhecida por sua PROMISCUIDADE E PECAMINOSIDADE.

- Demonstrou ser GANANCIOSO, querendo o melhor para si, sem pensar nas NECESSIDADES de seu Tio Abraão, ou no que era JUSTO ( o mais velho é quem escolhia primeiro).

- Constantemente passamos por CONFLITOS. A vida também é composta por CONFLITOS E ESCOLHAS. Como Ló, podemos escolher o que PARECE SER MELHOR e IGNORAR AS NECESSIDADES e os SENTIMENTOS das pessoas, demonstrando EGOÍSMO E AMBIÇÃO.

- LÓ escolheu com os olhos, por que seu CORAÇÃO estava LONGE DE DEUS. ABRAÃO TINHA O CORAÇÃO EM DEUS, e o que Deus escolhesse para ele, seria bem recebido.

- Quando paramos de tomar decisões segundo a vontade de Deus, tudo o que nos resta são escolhas na direção errada.

- O que parecia ser BOM AOS OLHOS de Ló (como as boas pastagens, a água em abundância) OFUSCAVAM a sua visão acerca do erro, das tentações e do pecado que futuramente DESTRUIRIA a sua família.

- Ainda que nos achemos fortes o suficiente para resistir as tentações ( o que já é um grande erro!), outros membros de nossa família podem não ser tão fortes assim.

- LEMBRE-SE : Quando surgirem os conflitos, haja com sabedoria e prudência. Não permita que soluções contrarias a vontade de Deus seja a escolha definitiva do seu lar. Não permita que suas escolhas destruam suas famílias!!!!

- Conflitos sempre existirão, portanto, NÃO PEÇA A DEUS PARA QUE NÃO HAJA CONFLITO EM SEU LAR, mas PEÇA a Deus SABEDORIA PARA VENCER OS CONFLITOS, quando estes surgirem!
IGREJA FRIA OU QUENTE???
(Apocalipse 3:15-17)

- Laodicéia: Cidade construída sobre sete montes, tinha primeiramente o nome de Diosópolis (ou cidades de Zeus, um deus da mitologia grega). Foi ampliada e melhorada por Antíoco II, que então, lhe pôs o nome de LAODICÉIA em honra a sua mulher LAODICE.

- Paulo se esforçou por introduzir o Evangelho em Laodicéia, cidade de onde escrevera para que os Colossenses compartilhassem com eles sua mensagem (Col. 4:16).

- Por volta de 62 DC, houve um TERREMOTO que DESTRUIU a cidade, e depois, o seu próprio povo a RECONSTRUIU, o que os enchia de orgulho, pois o fizeram sem necessitar PEDIR AUXÍLIO ao estado.

- Tornou-se uma CIDADE RICA, (a mais rica das sete cidades) proveniente da excelência de suas LÃS, EXTRAÇÃO DO OURO e fabricação de REMÉDIO (ungüento) PARA OS OLHOS, e seu SISTEMA BANCÁRIO, o que produzia também uma APATIA ESPIRITUAL na Igreja.

- A Igreja ali havia se tornado uma COMUNIDADE TÃO MORNA como a água que chegava aquela cidade. Não se realizava na Igreja o que se esperava de uma igreja.

- Não era uma IGREJA QUENTE (ativa, pulsante, determinada, perseverante) NEM TÃO POUCO FRIA (centrada, convicta e introspectiva, silenciosa). Era uma Igreja em que as ações espirituais e comportamentais eram INSOSSAS e SEM VIDA; era uma IGREJA MORNA!

- Eram indiferentes, achavam-se auto-suficientes. NEGLIGENCIAVAM seu serviço a Cristo, tornando-se rígidos e presunçosos. Estavam se auto-destruindo. Mas queriam continuar sendo reconhecidos como Igreja.

- A carta revela que, mesmo tendo muitas posses materiais, ERAM POBRES E MISERÁVEIS ESPIRITUALMENTE. E a continuar dessa maneira, seriam VOMITADOS da boca do Senhor. A carta era um pedido de mudanças !!!
- DE QUE MANEIRA O QUE ESTAMOS FAZENDO ESTÁ AFETANDO NOSSO DESEJO ESPIRITUAL?

- Como estamos diante do Senhor? Quentes, mornos ou frios? Ativos, pulsantes, perseverantes, determinados, centrados, introspectivos, silenciosos ou insossos e sem vida?

- Das sete cartas do Apocalipse, é a mais triste, pois não havia nela nenhum COMPORTAMENTO DIGNO DE APROVAÇÃO. Havia sim, um desejo ARDENTE da parte de Deus para que HOUVESSEM MUDANÇAS PROFUNDAS que tornassem Laodiceia uma VERDADEIRA IGREJA DO SENHOR!

- As vezes, é isso que Deus espera de cada um de nós! Uma POSTURA quente ou fria, mas INTIMA COM ELE. Mas temos nos apresentado: apáticos, letárgicos, insossos, insípidos e sem vida... totalmente mornos espiritualmente!



* Conclusão:

- Assim como a Igreja em Laodicéia, Deus conhece todas as nossas obras, e SABE (conhece) perfeitamente se somos frios, quentes ou mornos. Ele nos conhece e sabe se nos achamos auto-suficientes (não queremos depender dos irmãos, da Igreja ou do próprio Deus).

- Ele sabe se EXTERIORMENTE nos apresentamos felizes e INTERIORMENTE estamos infelizes; Ele sabe intimamente que somos TOTALMENTE DEPENDENTES d`Ele.

- Para quem quer continuar a se apresentar morno diante do Senhor, Ele adverte, que há de nos vomitar de sua boca. Sejamos então, frios, ou quentes. Dessa maneira, Deus se agradará de nós!

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÀO CRISTÃ EM SALA-DE-AULA.

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÀO CRISTÃ EM SALA-DE-AULA.

Ao se analisar a afirmação de Lauro de Oliveira Lima, citada por Cássio Miranda dos Santos (2001, 14 p.) em seu livro “ Ensinar, verbo transitivo”, que diz : “Não se pode dizer que alguém ensinou, se ninguém aprendeu.”, há de se confirmar à verdade de tal pensamento. Buscando então alcançar o objetivo sugerido por esta afirmação, várias tem sido as tentativas pedagógicas para conseguir-se tal êxito. Tanto na educação formal, em seu aspecto geral, quanto na educação informal, os esforços para se conseguir essa conquista vêm se tornado algo indispensável para o ideal do educador que, segundo Paulo Freire (Pedagogia da Autonomia, 2002, 29p.) “faz parte de sua tarefa docente não apenas ensinar conteúdos, mas também ensinar a pensar certo.”

Não poderia então, deixar de ser menos honrosa a missão do educador cristão, que trás como principal objetivo o ensino das verdades e princípios bíblicos, não como formatação do caráter e da personalidade do aluno, mas sim, a intenção de formar, informar e transformar vidas. Na tentativa de tornar o aprendizado bíblico eficaz, o educador cristão deve empenhar-se na sua função de ensinar, como recomenda Paulo em sua carta aos Romanos, capitulo 12, versículo 7, que diz : “... àquele que ensina, esmere-se no faze-lo!”, preocupando-se não somente com o conteúdo a ser ensinado, mas também, como deve ser ensinado, e a quem se deve ensinar, exercendo essa árdua e prazerosa tarefa com empenho e dedicação.

Para Howard Hendricks (Ensinando para Transformar Vidas, 1991, 01p.), a tarefa de educar vai muito além do ensino, em sua afirmação “nossa tarefa não é causar uma boa impressão naqueles a quem ensinamos, mas provocar neles um impacto. Não é apenas convence-los, mas levá-los a uma transformação de vida.” Verdadeiramente, o ensino cristão em sala-de-aula é algo de extraordinário, pois o objetivo não é apenas ensinar, mas colher frutos desse ensino, que é pautado não tão somente nas verdades bíblicas, como também na ética e na cidadania, por meio do qual se procura estimular o respeito e a solidariedade apartir dos ensinamentos cristãos nas relações do homem consigo mesmo, com os outros e com o mundo, ou seja, com o meio-ambiente. A proposta é propiciar reflexões sobre a importância de uma vivência ecumênica, baseada na ética e no respeito entre as pessoas.
Como o ensino religioso em meio às escolas seculares é obrigatório até a 8a. série do ensino fundamental, sem que haja indícios de cor denominacional ou filosofia exclusiva de uma única religião, faz-se necessário uma preparação profissional adequada, e um planejamento curricular com propostas que atinjam sua formação de forma integral, abrangendo suas necessidades físicas, intelectuais, morais, espirituais e emocionais. Para isso, trabalham-se também as datas comemorativas, e entre elas as festas cristãs mais tradicionais, como o Natal e a Páscoa, além de Dia das Mães, Dia dos Pais entre outras... Muitas vezes, os temas propostos são desenvolvidos por meio de histórias com personagens que constituem uma família. Apartir dos temas geradores, é possível discutir valores e atitudes, introduzindo as verdades cristãs contidas na Bíblia, de forma acessível às diversas faixas etárias, de modo a envolvê-las.

Existe também, a utilização de atividades orais e escritas, momentos de reflexão e de conversas, atividades lúdicas, desenhos, jogos e músicas, além de fundamentação teórica, estratégias gerais e sugestões de atividades específicas, e ainda, propostas de leituras complementares. Tudo isso, visando o melhor aprendizado para o aluno.

Para Eliane, professora de Educação Cristã de 5a a 8a série do ensino fundamental do Colégio Batista Mineiro em Betim, “esta demanda (do ensino cristão nas escolas) ocorre pelo fato de que todo ser humano precisa de uma formação integral, onde todos precisam estar engajados neste processo de formação, seja a família, a escola, a igreja ou a comunidade. Daí, entendemos que é por demais importante a educação cristã nas escolas, pois ali o aluno tem a oportunidade de refletir, analisar, questionar, compreender e viver uma transformação pautada em valores e princípios baseados na palavra de Deus.”

Com base nessa declaração, observa-se que na relação educador-educando, não basta somente o conhecimento, ou saber aliar o “fazer” e o “saber” , se não houver entre o que ensina e o que aprende, uma relação de confiabilidade e respeito, tornando assim, indispensável o bom relacionamento humano entre ambos, para que o aprendizado seja prazeroso e mútuo.


Métodos, técnicas e didática são elementos que contribuem para o sucesso do ensino, porém, o que mais alcança o coração do aluno, é o exemplo que ele deseja seguir: “o professor”. Sendo assim, o papel do educador cristão em sala-de-aula será de uma responsabilidade incontestável, pois, além de ensinar princípios e valores para formar e transformar vidas, a sua maneira de viver e o seu exemplo dentro e fora de sala serão o toque final para o verdadeiro aprendizado de seus alunos.

* BIBLIOGRAFIA :

- FREIRE, PAULO. Pedagogia da autonomia.22a. ed., SP, Ed. Paz e Terra, 2002, 165 p.
- HENDRICKS, HOWEL.Ensinando para transformar vidas.BH, Ed. Betânia, 1991,143 p.

- SANTOS, CASSIO MIRANDA.Ensinar, verbo transitivo.2a. ed.,BH, Ed. Betânia,2001, 144p.

- ELIANE – Profa. 5a. a 8a. séries do ensino Fundamental do Colégio Batista Mineiro em Betim. Entrevista concedida em 07/04/04. (Anexo).


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

QUEBRANTAMENTO

QUEBRANTAMENTO (Salmo 51)

- Quebrantamento é um processo que ninguém gosta, com EXCEÇÃO de Deus! Deus precisa nos quebrar, talvez até esmigalhar, para então me tornar útil. E isso nos causa muita, muita dor!

- Quebrantamento é a condição essencial para experimentarmos o avivamento ( não no sentido de renovação, mas no sentido de tornar ainda mais vivo aquilo que já tem vida).

- Embora muitos possam compreender esse propósito, poucos se dispõe a aceitá-lo, pois esse processo inclui confrontar-se consigo mesmo, com os outros e com Deus.

- Torna-se uma situação conflitante, envolvendo dor e obediência; reconhecimento e confissão dos próprios erros; enfermidades espirituais e pecados; busca pela cura das feridas da alma e um mergulho na presença de Deus; e por fim, humildade diante da disciplina do Senhor!

- Quebrantamento é uma decisão de passar pelo tratamento de Cura que Deus oferece!
- Quebrantamento é deixar de ver as coisas com seus próprios olhos e conceitos, e passar a ver todas as situações, pessoas e a si mesmo do ponto de vista de Deus.

- Quebrantamento é assumir a vergonha dos pecados e humilhar-se diante de Deus. É PASSAR SUA VIDA A LIMPO!

- Quebrantamento é sentir que alguém puxou o tapete debaixo dos nossos pés, e assim, corremos para os braços de Deus!

- Quebrantamento é enfrentar problemas que nos fazem questionar se há neles alguma justiça, e ainda assim, confiar plenamente no Senhor!

- Quebrantamento é perceber que as “verdades” que nos faziam pecar, são grandes mentiras, e que a verdade que conhecemos em Cristo é que liberta nossas vidas!

- Quebrantamento é entender que nossas expressões de fé têm sido vazias e superficiais; e às vezes tem ferido a nós mesmos, ao nosso próximo e até mesmo a Deus, e assim, permitir que nossos corações produzam verdadeiras expressões de louvor e gratidão a Deus.

- Quebrantamento é dizer como Jô: “ Ainda que Ele me arrebente, n`Ele esperarei.” ( 13:15).

- O próprio fato de existir aflição prova que há em nós algo muito precioso ao Senhor; senão Ele não empregaria tanto trabalho e tanto tempo conosco.

- O quebrantamento só é necessário quando Deus precisa quebrar para fazer de novo.

- Um vaso só é refeito pelo oleiro, quando há sujeira em sua estrutura, e essa sujeira permanecendo depois de passar pelo forno, trinca todo o vaso. É preciso quebra-lo para tirar toda a sujeira e refaze-lo.

- É o que Deus às vezes precisa fazer conosco! È PRECISO PASSAR PELO PROCESSO DO QUEBRANTAMENTO!

- Foi o que Deus fez com Davi! Ele pecou, e foi preciso um profeta do Senhor para mostrar-lhe seus erros. Houve arrependimento e quebrantamento, e pelas lágrimas de contrição, Deus pode restaurar a vida de Davi.
- Às vezes, é preciso chorar diante do Senhor, em sinal de um coração arrependido. É preciso que a alma machucada pelo pecado se derrame diante do Senhor, para que haja tratamento de feridas.

- ISSO É QUEBRANTAMENTO!